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Terapia de exposição

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Tratamento baseado em exposição para reduzir os sintomas de PTSD e a evitação.

Terapia de exposição

A Terapia de Exposição é uma abordagem terapêutica estruturada que ajuda as pessoas a enfrentar situações, memórias, sensações ou pensamentos temidos de forma gradual e apoiada. É frequentemente utilizada para dificuldades relacionadas com ansiedade, fobias, pânico, padrões obsessivo-compulsivos e alguns sintomas relacionados com trauma.

O objetivo não é forçar alguém a sentir medo. O objetivo é reduzir a evitação e ajudar o sistema nervoso a aprender algo novo. Muitos medos ficam mais fortes quando a pessoa continua a fugir, a verificar, a evitar ou a depender de comportamentos de segurança. A Terapia de Exposição ajuda a quebrar esse ciclo com planeamento cuidadoso e repetição.

Com o que a Terapia de Exposição pode ajudar

A Terapia de Exposição pode ajudar pessoas que lidam com ansiedade, fobias, ataques de pânico, ansiedade social, agorafobia, TOC, TEPT e sintomas relacionados com trauma.

Também pode apoiar pessoas que evitam atividades diárias porque temem desconforto, pânico, embaraço, contaminação, incerteza, memórias, sensações corporais ou locais específicos. A evitação pode parecer útil a curto prazo. Diminui a ansiedade rapidamente. Com o tempo, muitas vezes faz com que a situação temida pareça ainda mais perigosa.

A Terapia de Exposição ajuda a pessoa a aproximar-se do gatilho temido em pequenos passos. O terapeuta e o cliente escolhem um ritmo que seja desafiante mas gerível. Isto é importante. Um bom trabalho de exposição não deve parecer uma punição. Deve promover aprendizagem, confiança e escolha.

Como funciona a Terapia de Exposição

A Terapia de Exposição começa com um mapa claro do ciclo do medo. O terapeuta ajuda o cliente a identificar gatilhos, pensamentos, sensações corporais, emoções, impulsos e comportamentos de evitação. Também analisam os comportamentos de segurança. Estes podem incluir verificar, fugir, pedir garantias, carregar objetos “de socorro”, evitar o contacto visual, preparar-se em excesso ou inspecionar o corpo à procura de perigo.

O terapeuta e o cliente constroem então um plano de exposição. Este plano geralmente começa com passos mais fáceis. Por exemplo, uma pessoa com ansiedade social pode primeiro praticar fazer um breve contacto visual, depois fazer uma pergunta simples, e depois participar numa conversa curta. Uma pessoa com fobia pode começar com imagens, depois vídeos, e então contacto na vida real quando apropriado.

O objetivo é aprender através da experiência. O cliente aprende que a ansiedade pode subir e descer sem fuga. Também aprende que os resultados temidos podem não acontecer, ou que consegue lidar melhor do que o esperado. O trabalho costuma centrar-se na flexibilidade em vez de numa calma perfeita.

Tipos de exposição

A exposição pode assumir diferentes formas. A exposição in vivo significa praticar com situações da vida real. A pessoa pode entrar num local temido, usar transportes públicos, fazer uma chamada telefónica, tocar num objeto ou enfrentar uma tarefa evitada.

A exposição imaginária utiliza memória, imaginação ou narrativa. Pode ajudar quando o evento temido não pode ou não deve acontecer na vida real. O trabalho focado no trauma pode usar este formato, mas apenas com um ritmo adequado e formação clínica.

A exposição interoceptiva foca-se nas sensações corporais. Isto pode ajudar no pânico. Um terapeuta pode orientar exercícios seguros que provoquem sensações como aceleração do ritmo cardíaco, tonturas ou falta de ar. O objetivo é aprender que essas sensações são desconfortáveis, mas não são automaticamente perigosas.

Exposição e Prevenção de Resposta, frequentemente chamada ERP, é comumente usada para TOC. A pessoa enfrenta um gatilho obsessivo e depois pratica não realizar a compulsão. Isto pode incluir reduzir verificações, lavagem, procura de garantias, revisão mental ou evitamento. A ERP deve ser planeada cuidadosamente e adaptada aos sintomas da pessoa.

Terapia de Exposição e TCC

A Terapia de Exposição costuma inserir-se em Terapia cognitivo-comportamental (TCC). A TCC ajuda o cliente a compreender a ligação entre pensamentos, emoções, sensações corporais e comportamentos. A exposição dá então à pessoa uma forma prática de testar a nova aprendizagem.

Por exemplo, alguém pode acreditar: “Se eu sentir pânico, vou entrar em colapso.” Falar sobre esta crença pode ajudar. A exposição acrescenta experiência. A pessoa aprende, passo a passo, que o pânico pode parecer intenso e ainda assim passar. Esta aprendizagem direta pode ser mais poderosa do que apenas garantias.

Alguns terapeutas também combinam o trabalho de exposição com Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). O ACT pode ajudar a pessoa a abrir espaço para o desconforto enquanto avança em direção a atividades valorizadas. Isto pode ser útil quando o objetivo não é eliminar todas as sensações ansiosas, mas impedir que o medo controle a vida.

Terapia de exposição para fobias e pânico

As fobias muitas vezes envolvem uma forte evitação de um objeto, local ou situação específica. Isto pode incluir voar, conduzir, agulhas, animais, alturas, espaços fechados ou consultas médicas. A Terapia de Exposição divide o medo em passos mais pequenos. A pessoa repete cada passo até que a confiança cresça.

Para ataques de pânico, a exposição pode incidir nas sensações corporais temidas e nos locais evitados. Muitas pessoas começam a evitar exercício, áreas lotadas, viagens, reuniões ou ficar sozinhas porque receiam outro episódio de pânico. A terapia ajuda-as a encarar novamente essas situações com mais conhecimento e menos medo.

Terapia de exposição para TOC

No TOC, o trabalho de exposição normalmente inclui prevenção da resposta. Isto significa que a pessoa enfrenta um gatilho, mas não completa a compulsão habitual. A compulsão pode ser visível, como lavar ou verificar. Pode também ser mental, como rever, neutralizar, contar ou procurar certezas.

O objetivo não é provar que cada resultado temido é impossível. O objetivo é aumentar a tolerância à incerteza e reduzir a necessidade de rituais. Este trabalho pode parecer difícil no início. Um bom terapeuta explica o processo claramente e começa por passos que se adequem ao nível de prontidão do cliente.

Terapia de exposição e trauma

Terapia do trauma baseada em exposição requer cuidados especiais. O trabalho com traumas não deve apressar memórias dolorosas. O terapeuta deve primeiro avaliar segurança, estabilidade, dissociação, risco atual e apoio. Alguns clientes precisam de enraizamento e estabilização antes de qualquer processamento do trauma baseado em exposição.

Para o TEPT, alguns terapeutas usam Exposição Prolongada ou outras abordagens focadas no trauma. Estas podem envolver revisitar memórias do trauma e abordar recordações traumáticas de forma planeada. Outros clientes podem beneficiar mais de Terapia EMDR, Terapia Cognitivo-Comportamental focada no trauma, trabalho somático ou terapia integrativa do trauma. A escolha certa depende dos sintomas, da segurança e da formação do terapeuta.

O que acontece nas sessões

As primeiras sessões costumam focar-se na avaliação. O terapeuta pergunta sobre sintomas, gatilhos, evitamento, comportamentos de segurança, questões médicas, terapias anteriores, historial de trauma, objetivos e risco atual. Isto ajuda a definir um ponto de partida seguro.

O terapeuta e o cliente podem então criar uma hierarquia de exposição. Esta é uma lista de situações temidas, ordenadas do mais fácil ao mais difícil. O cliente não precisa de começar pelo passo mais assustador. A prática repetida de pequenos passos costuma funcionar melhor do que desafios dramáticos.

Durante o trabalho de exposição, o terapeuta pode ajudar o cliente a notar previsões, sensações corporais, impulsos e o que realmente acontece. Depois, revisam o que foi aprendido. A questão não é apenas “A ansiedade diminuiu?” É também “O que aprendeu?” e “O que pode tentar a seguir?”

Prática entre sessões

A Terapia de Exposição costuma incluir prática entre sessões. Esta prática deve ser específica e realista. Um cliente pode repetir um pequeno passo várias vezes durante a semana. Pode registar a ansiedade, as previsões, os comportamentos de segurança e as novas aprendizagens.

O progresso surge através da repetição. Uma exposição raramente altera todo o padrão. O cérebro precisa de provas repetidas de que a situação temida pode ser abordada sem a antiga estratégia de evitamento.

A Terapia de Exposição é adequada para si?

A Terapia de Exposição pode ser adequada se o evitamento limita a sua vida, mantém a ansiedade elevada ou o impede de fazer coisas que valoriza. Também pode ajudar se a tranquilização, a verificação ou o evitamento trazem alívio temporário mas mantêm o problema ativo.

Esta abordagem pode não ser o primeiro passo quando existe perigo imediato, instabilidade severa, risco ativo de autolesão, abuso atual, uso de substâncias sem controlo ou sintomas traumáticos avassaladores. Nessas situações, a segurança e a estabilização devem vir primeiro.

Antes de começar, pode perguntar ao terapeuta sobre a sua formação em trabalho de exposição, TCC, ERP, pânico, fobias, TOC ou trauma. Pode também perguntar como definem o ritmo, como previnem o flooding e como adaptam o trabalho se os sintomas parecerem demasiado intensos.

Para pessoas a viver no estrangeiro ou que necessitam de acesso flexível, terapia em linha podem apoiar algumas formas de trabalho de exposição. As sessões online podem ajudar no planeamento, revisão e prática na vida real. Algumas tarefas de exposição podem ainda exigir apoio presencial ou coordenação com cuidados locais.

Nota importante: este conteúdo é apenas para informação geral. Não fornece um diagnóstico, nem substitui apoio urgente ou cuidados de um profissional qualificado. Se se sentir inseguro ou em risco de causar danos, contacte os serviços locais de emergência ou de crise.


O que é a terapia de exposição?

A Terapia de Exposição é uma abordagem terapêutica utilizada por profissionais formados para ajudar as pessoas a compreender dificuldades, reduzir sintomas e criar padrões mais sustentáveis na vida quotidiana. Está frequentemente ligada neste site a preocupações como perturbação de pânico, fobias, PTSD (perturbação de stress pós-traumático) e trauma. O formato exato depende da formação do terapeuta, dos objetivos do cliente, da gravidade dos sintomas e de o trabalho ser de curta duração, estruturado, exploratório ou integrador.

Uma página de terapia deve ajudar os visitantes a compreender tanto o método como a experiência de frequentar as sessões. Muitas pessoas chegam com questões práticas: O que acontece no primeiro encontro? A abordagem é diretiva? Vou receber exercícios? Quanto tempo é que pode demorar? Em que tipo de problemas é que a abordagem pode ajudar? Respostas claras reduzem a ansiedade e ajudam a pessoa a escolher um apoio que corresponda às suas expectativas.

A Terapia de Exposição pode ser usada como modelo principal ou como parte de um plano integrador. Alguns terapeutas combinam-na com psicoeducação, mindfulness, estabilização informada pelo trauma, regulação corporal, competências de comunicação ou prevenção de recaídas. A melhor utilização de qualquer método não é mecânica; adapta-se à pessoa presente na sessão.

A relação entre o terapeuta e o cliente continua a ser central. Mesmo as terapias altamente estruturadas dependem de confiança, clareza e colaboração. O terapeuta deve explicar porque é que uma ferramenta está a ser utilizada, pedir feedback e ajustar o ritmo quando o trabalho parece demasiado rápido, demasiado vago ou demasiado intenso.

Com o que a Terapia de Exposição pode ajudar

Em A Minha Terapia Internacional, as terapias estão ligadas a páginas de patologias para que os visitantes possam deslocar-se facilmente entre um problema que reconhecem e uma terapia que o possa resolver. Estas ligações não são um diagnóstico nem uma promessa de resultado; são um auxiliar de navegação que ajuda as pessoas a saber quais as abordagens que são frequentemente relevantes.

A mesma terapia pode apoiar objectivos diferentes para pessoas diferentes. Para um cliente, o objetivo pode ser a redução dos sintomas. Para outro, pode ser a compreensão dos padrões de relacionamento, o processamento de memórias traumáticas, a melhoria da regulação emocional ou a reconstrução da auto-confiança. É por isso que as primeiras sessões envolvem normalmente uma avaliação e a definição de objectivos comuns.

Os terapeutas também podem adaptar o trabalho quando há preocupações concomitantes, como dificuldades de sono, stress crónico, neurodiversidade, dependência, luto, trauma ou problemas médicos. Quando necessário, os cuidados éticos podem envolver a coordenação com um médico, psiquiatra, nutricionista ou outro profissional.

O que esperar das sessões

A primeira sessão começa normalmente com a situação atual da pessoa, a sua história, os seus objectivos e o que espera que seja diferente. O terapeuta pode fazer perguntas sobre os sintomas, as relações, o trabalho, o sono, as estratégias de sobrevivência, os riscos, os pontos fortes e o apoio anterior. Uma boa primeira sessão deve deixar o cliente com uma noção mais clara do plano, mesmo que nem tudo possa ser resolvido imediatamente.

  • Clarificar objectivos e prioridades
  • Construir uma compreensão partilhada dos padrões e dos factores de desencadeamento
  • Escolha de instrumentos práticos ou de reflexão
  • Análise dos progressos e ajustamento do plano
  • Planear a prática entre sessões, se necessário

Nas formas estruturadas de Terapia de Exposição, as sessões podem incluir exercícios, folhas de trabalho, experiências, tarefas de exposição, prática de competências ou medidas de progresso. Nas formas mais exploratórias, as sessões podem centrar-se em emoções, memórias, sonhos, padrões relacionais, identidade ou significado. Muitos terapeutas combinam estrutura e exploração dependendo do que o cliente necessita.

Entre as sessões, o cliente pode ser convidado a observar padrões, a tentar uma estratégia de sobrevivência, a praticar a comunicação, a acompanhar os sintomas ou a refletir sobre uma questão específica. Estas tarefas devem ser realistas. A terapia não tem a ver com um desempenho perfeito; trata-se de aprender com a experiência de uma forma solidária e sem julgamentos.

Quanto tempo demora a Terapia de Exposição?

A duração da Terapia de Exposição varia. Alguns clientes utilizam-na como apoio focado e de curta duração para um problema específico e podem notar progressos ao fim de algumas semanas. Outros necessitam de um trabalho mais prolongado porque a dificuldade é complexa, está presente há anos, envolve trauma ou afeta várias áreas da vida. O terapeuta deve rever o progresso regularmente e discutir se a abordagem atual continua a ser adequada.

Um ponto de partida prático é frequentemente de 6 a 12 sessões para objectivos específicos e depois uma revisão. Isso não significa que a terapia deve parar nesse ponto. Simplesmente, dá ao cliente e ao terapeuta uma estrutura para verificar o que melhorou, o que continua a ser difícil e se deve continuar, fazer uma pausa, alterar a frequência ou recorrer a outro tipo de apoio.

A frequência também é importante. As sessões semanais podem criar uma dinâmica quando os sintomas estão activos. Sessões quinzenais ou mensais podem funcionar para manutenção, integração ou horários ocupados. O ritmo certo depende do risco, dos objectivos, da disponibilidade, das finanças e do tipo de trabalho a realizar.

A Terapia de Exposição é adequada para si?

A Terapia de Exposição pode ser adequada se o seu estilo corresponder aos seus objetivos e preferências. Algumas pessoas querem ferramentas concretas e uma estrutura clara. Outras querem espaço para explorar sentimentos, memórias e relacionamentos. Algumas precisam de um ritmo sensível ao trauma; outras querem apoio em decisões, trabalho, paternidade, intimidade ou identidade. A melhor escolha é aquela que torna a mudança possível, mantendo-se suficientemente segura para ser continuada.

Pode perguntar a um terapeuta: Que formação tem em Terapia de Exposição? Que problemas costuma tratar com ela? Como mede o progresso? O que acontece se me sentir bloqueado? Oferece terapia online? Como lida com situações de risco ou crise? Estas perguntas são normais e podem ajudá-lo a escolher com confiança.

Também é aceitável mudar de direção. Se a Terapia de Exposição não parecer útil após um período de experiência razoável, o terapeuta e o cliente podem ajustar objetivos, mudar de técnicas, aumentar a estrutura, abrandar o ritmo ou considerar uma abordagem diferente. A terapia deve ser colaborativa em vez de rígida.

Ligações internas e passos seguintes

Esta página sobre terapia foi concebida para ligar às páginas de patologias relacionadas e aos perfis de terapeutas. Por exemplo, um visitante pode ler sobre um problema, seguir um link para a Terapia de Exposição e depois rever os terapeutas que oferecem apoio relevante. Isto cria um percurso mais claro no site e ajuda cada página a apoiar as outras.

Se está a considerar a Terapia de Exposição, comece por identificar um ou dois objetivos com os quais gostaria de ajuda. Depois reveja os perfis dos terapeutas, formação, idiomas, disponibilidade, e se o terapeuta oferece sessões online ou presenciais. Uma primeira consulta pode clarificar se a abordagem e o terapeuta parecem ser uma boa opção.

O objetivo desta página é educativo. Não diagnostica, não promete resultados, nem substitui uma avaliação profissional. Dá uma visão geral estruturada para que as pessoas que procuram terapia possam tomar uma decisão mais informada e avançar para o apoio com menos incerteza.

Como a Terapia de Exposição é adaptada a cada pessoa

Um método terapêutico nunca deve ser aplicado como um guião rígido. O terapeuta adapta a linguagem, o ritmo, os exercícios e a profundidade à história, cultura, idade, tolerância ao sistema nervoso, nível de risco e circunstâncias práticas da pessoa. Uma pessoa que está muito sobrecarregada pode precisar primeiro de estabilização. Alguém que esteja pronto para uma mudança estruturada pode beneficiar de tarefas claras, controlo e experiências. Uma pessoa que tenha sofrido um trauma relacional pode precisar de mais tempo para criar confiança antes de poder explorar memórias ou padrões difíceis.

Adaptação também significa perceber as barreiras. Um cliente pode ter tempo limitado, pressão financeira, responsabilidades de cuidar de crianças, preferências linguísticas, doença crónica, neurodivergência ou experiências negativas anteriores de terapia. Uma boa terapia leva estas realidades a sério. Tenta tornar o trabalho utilizável na vida real, em vez de esperar que o cliente se ajuste a um modelo perfeito.

A terapia online também pode alterar a experiência da Terapia de Exposição. Algumas pessoas sentem-se mais seguras a falar a partir de casa, enquanto outras preferem um consultório dedicado porque isso cria separação da vida quotidiana. Quando a terapia é online, pode ser útil escolher um espaço privado, testar a ligação, ter água por perto e planear alguns minutos após a sessão antes de voltar ao trabalho ou às tarefas familiares.

Perguntas para colocar antes de iniciar a Terapia de Exposição

Antes de efetuar a reserva, o cliente pode colocar questões práticas e clínicas. As questões práticas incluem honorários, política de cancelamento, duração da sessão, disponibilidade online, línguas e se o terapeuta trabalha com o grupo etário ou local relevante. As questões clínicas incluem a formação, a experiência com a preocupação principal, a forma como as primeiras sessões são estruturadas e a forma como os progressos são avaliados.

Também é útil perguntar o que acontece quando as sessões se tornam difíceis. A terapia pode trazer à tona emoções fortes, vergonha, mágoa, medo ou resistência. O terapeuta deve ser capaz de explicar como lida com o ritmo, a segurança, o feedback e os momentos em que o cliente se sente bloqueado. Este tipo de conversa não é de confronto; faz parte da construção de uma relação de trabalho colaborativa.

O ajuste entre terapeuta, método e cliente é tão importante quanto o nome da abordagem. Uma pessoa pode escolher a Terapia de Exposição porque corresponde aos seus objetivos, mas o trabalho ainda precisa de calor, clareza, limites éticos e da sensação de que o terapeuta compreende o problema. Quando estes elementos estão presentes, é mais provável que a terapia seja suficientemente segura para permitir uma mudança honesta.

Esta página funciona, portanto, como uma ponte. Introduz a terapia, liga-a às páginas de patologia relevantes e ajuda os visitantes a avançar para os perfis dos terapeutas, onde podem comparar a disponibilidade, os idiomas, as especialidades, as opções online e os detalhes da reserva. Esta estrutura apoia tanto o percurso do utilizador como a estratégia de ligação interna do site.

Para garantir a qualidade do conteúdo, é útil manter esta página actualizada sempre que a oferta de serviços for alterada. Se novos terapeutas aderirem à plataforma, se uma terapia ficar disponível em mais línguas ou se forem adicionadas novas páginas de patologias, as ligações internas devem permanecer alinhadas. A reconciliação automática neste plugin mantém a estrutura consistente, enquanto o terapeuta ou o gestor do sítio pode ainda editar a redação final sempre que for necessário um ângulo clínico mais específico.

Declaração de exoneração de responsabilidade médica: este conteúdo destina-se apenas a informação geral e não substitui o diagnóstico, o apoio de emergência ou o tratamento de um profissional qualificado.

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Perguntas frequentes — Terapia de Exposição

O que é a Terapia de Exposição Prolongada (EP)?

Tratamento baseado em exposição para reduzir os sintomas de PTSD e a evitação.

O seu terapeuta adaptará o ritmo e o foco das sessões às suas necessidades, objetivos e à sua situação atual.

Com o que pode ajudar a Terapia de Exposição Prolongada?

A Terapia de Exposição Prolongada é frequentemente utilizada para questões como perturbação de pânico, fobias, PTSD (perturbação de stress pós-traumático) e trauma.

A página da terapia também indica quais terapeutas no MIT oferecem atualmente esta abordagem.

O que acontece numa primeira sessão de Terapia de Exposição Prolongada?

Uma primeira sessão costuma centrar-se em compreender o que o traz à terapia, o que pretende mudar e se o estilo do terapeuta lhe parece adequado.

Não precisa de preparar nada perfeito com antecedência. É normal começar com perguntas, incerteza ou sentimentos mistos.

Quantas sessões de Terapia de Exposição Prolongada as pessoas normalmente precisam?

Isto depende dos seus objetivos, da complexidade do que está a enfrentar e do quão estruturada é a abordagem. Algumas pessoas usam esta terapia para um trabalho focado a curto prazo, enquanto outras ficam mais tempo para uma mudança mais profunda.

A Terapia de Exposição Prolongada está disponível online?

A disponibilidade depende do terapeuta. No MIT, pode consultar os cartões dos terapeutas e as páginas de perfil para ver se são oferecidas sessões online.

Quanto costuma custar a Terapia de Exposição Prolongada?

As taxas variam consoante o terapeuta. Quando ainda não estão disponíveis preços de terapeutas ao vivo, o intervalo habitual para esta terapia é cerca de €80–€140 por sessão.

Como escolho o terapeuta adequado de Terapia de Exposição Prolongada no MIT?

Comece por ler o perfil do terapeuta, a experiência, os idiomas, a disponibilidade online/presencial e a abordagem. Depois verifique se a pessoa trabalha com o tipo de questão para o qual pretende ajuda.

Um bom encaixe costuma depender tanto da experiência como de quão seguro, compreendido e confortável se sente com o terapeuta.

Posso enviar uma mensagem a um terapeuta antes de marcar?

Sim. Os perfis no MIT podem incluir mensagens diretas, e os terapeutas também podem ativar o agendamento online quando estiver disponível.

Isto ajuda os pacientes a colocarem questões práticas antes de se comprometerem com a primeira sessão.

E se eu não tiver a certeza de que a Terapia de Exposição Prolongada é a opção certa para mim?

Isso é muito comum. Pode começar por contactar um terapeuta, explicar com o que está a ter dificuldades e perguntar se esta abordagem se adequa aos seus objetivos.

Se ainda não houver nenhum terapeuta listado para esta terapia, pode ainda assim explorar no site abordagens e patologias relacionadas.

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